Jefferson Rudy | Agência Senado SURGE UM NOVO MITO: JORGE KAJURU.

SURGE UM NOVO MITO: JORGE KAJURU.

O senador Jorge Kajuru (PSB-GO), está fazendo história no cenário político nacional, o conhecido jornalista que fez carreira no rádio e na televisão. Sendo que muitas vezes foi boicotado na tentativa de cercearem seus direitos e suas verdades, no entanto nunca deixou se calar, agora quer ensinar com seu exemplo que é possível sim, uma nova política.

De vereador em Goiânia, para o senado da república, foi eleito com o maior número de votos da cidade. E não é por menos afinal quem poderá impedir a voz das urnas de Goiás, com sua maior virtude a autenticidade do senador, que o transforma em uma referência política nacional.

Sem demagogia, o senador kajuru é convicto de que senadores e deputados abram mão de parte dos salários e das verbas indenizatórias e destinem esses recursos para investimentos em educação.

— Farei história e deixarei um legado. Não jogarei minha honra no lixo — disse.

Na sexta-feira (22), ele protestou contra o auxílio-moradia recebido por parlamentares e disse que a maioria da população brasileira não tem condições dignas de habitação, enquanto alguns “privilegiados” recebem auxílios.

— É quase trágico falar sobre auxílio-moradia num país onde milhões de famílias não têm condições dignas habitacionais e adequadas. Basta sair às ruas do nosso País para encontrar pessoas morando nas ruas, debaixo de pontes, debaixo de viadutos […] além de ocupação de favelas e barracos improvisados — disse.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que mostram que mais de 11 milhões de pessoas vivem em favelas ou moradias precárias no Brasil e apenas 52% da população vive em condições regulares de residência. Ele mencionou ainda uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), indicando que 101 mil pessoas vivem em situação de rua no Brasil.

Kajuru criticou os gastos públicos do Executivo que, segundo ele, chegam a R$3 trilhões e, desse total quase R$1 bilhão será de gastos com auxílio-moradia, de acordo com a previsão orçamentária para 2019.

— Estou entrando em vespeiro, em caixas-pretas da máquina pública, do dinheiro do público, para mim o maior câncer deste País, porque, corrigindo isto, repito, não seria necessária a reforma da Previdência. A gente estaria aqui discutindo, e discutindo rapidamente, urgentemente, a reforma tributária, a reforma política, a reforma do Estado, o endividamento dos Estados, assuntos, para mim, prioritários. Mas da gastança, da “farra do boi” com o dinheiro público, parece que ninguém quer falar — lamentou.

Redação com Agência Senado

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