RONDONÓPOLIS: ACIDENTES COM VÍTIMAS DIMINUEM

RONDONÓPOLIS: ACIDENTES COM VÍTIMAS DIMINUEM

Conforme dados do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Rondonópolis os acidentes traumáticos registrados na cidade entre 2017 e 2018 tiveram uma ligeira queda, passando de 6.332 casos em 2017, para 6.302 em 2018. Contudo, ainda há preocupação com os acidentes de trânsito, especialmente, as colisões entre carros e motocicletas.

Se em 2017, as colisões entre carros e motocicletas representavam 25,16% do total de atendimentos com trauma do Samu, com 1.593 pessoas atendidas, em 2018 esse número subiu para 26,63% do total dos casos registrados, com 1.678 atendimentos.

Dados referentes às colisões entre dois carros, atropelamentos, colisões em postes, árvores e muros, quedas de motocicletas e bicicletas, bem como capotamentos se mantiveram relativamente estáveis. Outros acidentes como queimaduras, quedas, afogamentos, choques elétricos e acidentes com animais peçonhentos também tiveram registros dentro de uma mesma média.

Para buscar reduzir os acidentes que envolvem carros e motocicletas e que geralmente deixam vítimas, a Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (Setrat) reforça que a conscientização é o melhor caminho. O secretário da Pasta, Rodrigo Metelo, explica que o respeito à sinalização e à velocidade máxima indicada nas vias é fundamental. As leis de trânsito também devem ser seguidas, principalmente, quando se fala em dirigir sem ingestão de bebidas alcoólicas.

O cidadão também pode contribuir com a Setrat quando verificar que um condutor esteja desrespeitando as leis de trânsito, entrando em contato das 6h às 18h pelo telefone (66) 3411-5300 no ato em que verificar a infração para que um agente de fiscalização de trânsito possa se dirigir até o local imediatamente.

Outra forma encontrada pelo município para buscar uma melhor educação no trânsito é a fiscalização eletrônica, que não tem o intuito, conforme explica o secretário, meramente de multa ao infrator, mas a garantia de que velocidades sejam respeitadas, bem como de que as sinalizações, como as paradas em semáforos sejam práticas normais e rotineiras.

Danielly Tonin

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