PROPINAS DO DETRAN-MT COMPRARAM A FAZENDA DE ANTONIO JOAQUIM E BOTELHO ERA SÓCIO  EM EMPRESA QUE  BENEFICIAVA POLÍTICOS

PROPINAS DO DETRAN-MT COMPRARAM A FAZENDA DE ANTONIO JOAQUIM E BOTELHO ERA SÓCIO EM EMPRESA QUE BENEFICIAVA POLÍTICOS

A operação deflagrada pela GAECO-MT, nesta segunda-feira (19) trouxe clareza a algumas transações espúrias entre aqueles de deveriam fiscalizar e zelar pelos recursos públicos entre eles o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Eduardo Botelho (PSB), que era sócio formal da empresa “Santos Treinamento e Capacitação Ltda.”, segundo relatório da Polícia Federal, lavava dinheiro para políticos, entre eles o ex-governador Silval Barbosa (PMDB), o deputado estadual Mauro Savi (PSB) e o ex-deputado federal Pedro Henry (PP).

Mostrando uma relação comercial com a empresa de Rafael Yamada Torres, filho do empresário Wanderley Torres, dono da Trimec Construções e sócio do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) e do ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), em negócios de exploração garimpeira de ouro.

Ele, segundo a PF, seria o responsável por lavar dinheiro a Silval.

O deputado Eduardo Botelho, aparece como sócio e beneficiário da propina gerada pelo esquema.

Outra situação é de parte da propina arrecadada do contrato fraudulento da FPL Serviços com o DETRAN-MT abasteceu, entre outras despesas, a compra de uma fazenda pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

A fazenda pertencia ao conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), Antônio Joaquim.

A revelação consta na delação premiada do empresário Antônio Barbosa, irmão do ex-governador. A delação foi usada como ponto de partida para a deflagração da Operação Bereré, desbaratada pelo GAECO-MT, nesta segunda-feira (19).
Em depoimento ao Ministério Público Federal de Cuiabá, Toninho Barbosa afirmou que parte da propina de Silval era operacionalizada pelo empresário Rafael Yamada Torres, filho do empresário Wanderley Torres, dono da Trimec Construções.

No depoimento, ele afirmou que parte da propina era usada para despesas de deputado (de Silval, que à época do início do esquema era deputado estadual) e outra parte para a compra a de Fazenda AJ.

Redação com Isso é Noticia

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