Foto: Marreta Urgente PROFESSOR DENUNCIA TRIBUNAL RACIAL NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDONÓPOLIS

PROFESSOR DENUNCIA TRIBUNAL RACIAL NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDONÓPOLIS

Prof. Dr. Rosevaldo de Oliveira -Foto: Marreta Urgente

Prof. Dr. Rosevaldo de Oliveira diretor do instituto de ciências exatas e naturais da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) fez uma importante denúncia contra o sistema de cotas raciais para ingresso na instituição de nível superior.

De acordo com a lei Nº 12.711/12 o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio prevê o sistema de cotas, considerado em linhas gerais, que fere o texto constitucional, estabelecendo uma diferenciação entre pessoas. Fazendo uma espécie de “apartheid às avessas, em que os brancos estariam em um patamar inferior aos negros, índios e pardos.

Em seu Art. 3º a lei prevê;

A preferência para a ocupação dessas vagas são para aqueles que se autodeclararem pretos (ou negros), pardos (ou mulatos ou mestiços) ou indígenas, em uma proporção no mínimo igual à de pretos, pardos e indígenas da respectiva população da unidade da Federação em que se encontra a instituição, de acordo com os dados do IBGE

Dessa forma e segundo o professor Rosevaldo, as Cotas raciais dividem as pessoas gerando o ódio racial e o ressentimento daqueles não entraram na Universidade, apesar de terem obtido nota maior ou igual do que os cotistas no vestibular. Criando uma discriminação racial e não resolvendo um, problema de acesso à educação.

Ele destacou ainda um grande problema como determinar a raça de uma pessoa, qual classificação usar, o sangue ou a cor da pele. “O Brasil é um país miscigenado assim os tribunais raciais acabam decidindo se alguém é ou não preto, pardo, branco, amarelo, etc. além de recriarem métodos parecidos com o que a Alemanha nazista produziu onde o viés ideológico de esquerda é predominante nos referidos avaliadores de tribunais raciais. Assim várias injustiças ocorreram como caso dos gêmeos da UnB. Onde dois irmãos univitelinos, um foi classificado como branco e o outro como sendo negro”.

Em suma, o sistema educacional brasileiro não possui um programa eficaz destinado à inclusão na educação de seus cidadãos e os políticos acabam criando esse tipo de lei de segregação racial.

O que presenciamos é a reitoria das universidades entre elas a UFR tentando justificar o odioso tribunal racial, onde alunos acabam tentando entrar na faculdade por meio de fraude se autodeclarando de uma cor ou raça somente para obter a vantagem da lei, um verdadeiro absurdo.

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Redação

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