LAVA-JATO RJ: PRENDE EX-SECRETÁRIO RÉGIS FICHTNER E EMPRESÁRIO GEORGES SADALA; ALEXANDRE ACCIOLY É INTIMADO

LAVA-JATO RJ: PRENDE EX-SECRETÁRIO RÉGIS FICHTNER E EMPRESÁRIO GEORGES SADALA; ALEXANDRE ACCIOLY É INTIMADO

Em novo desdobramento da Lava-Jato no Rio, agentes da Polícia Federal (PF) foram às ruas na manhã desta quinta-feira e prenderam o ex-secretário da Casa Civil Régis Fichtner — suspeito de receber pelo menos R$ 1,6 milhão em propina — e o empresário Georges Sadala Rihan. Eles são acusados de fazer parte do esquema do ex-governador Sérgio Cabral.

Os engenheiros Maciste Granha de Mello Filho e Henrique Alberto Santos Ribeiro são alvos de mandados de prisão. Eles são acusados de favorecimento no esquema de distribuição de propinas de Cabral, de acordo com a contabilidade paralela de Luiz Carlos Bezerra, réu confesso, condenado e solto;

As investigações indicam que, enquanto comandou a secretaria da Casa Civil na gestão do ex-governador Sérgio Cabral, Régis Fitchtner autorizava a validação de precatórios como forma de compensar débitos de ICMS para empresas devedoras do Estado. Ele também teria atuado na compra de títulos de precatórios que estavam parados na fila à espera de pagamento, de maneira que lucrava no ágio pago por quem preferia dinheiro na mão antes do fim do processo.

Um dos beneficiados pelo esquema, indicam os investigadores, era Henrique Ribeiro, ex-presidente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RJ), responsável pela construção do Arco Metropolitano e presença regular entre as testemunhas convocadas por Cabral para depor a seu favor.

Para se chegar até os alvos de hoje, os investigadores se basearam no depoimento de um dos operadores de Cabral, Luiz Carlos Bezerra. Em depoimento ao MPF, ele afirmou que entregou dinheiro em espécie ao ex-secretário da Casa Civil Regis Fichtner, apelidado de Alemão”, “Regis” ou “Gaucho” nas anotações em que era feito o controle da propina.

Um dos codinomes encontrados nas anotação de Bezerra fazia referência a “Boris”, que vai ser, segundo as investigações Lineu Castilho, o “homem da mala” de Henrique.

O operador conta que as entregas a Fichtner se deram entre meados de 2013 até abril de 2014 e que os valores entregues eram sempre de R$ 100 mil. Ele diz ser recordar de ter feito essa entrega por pelo menos cinco vezes, quase que rotineiramente dentro do Palácio Guanabara e do escritório de Fichtner, no prédio do Jockey Clube, localizado no centro.

Redação com globo

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