JORNALISTA “ESQUERDOPATA” RECEBE RESPOSTA DE DEPUTADO EM ENTREVISTA E SE VITIMIZA

JORNALISTA “ESQUERDOPATA” RECEBE RESPOSTA DE DEPUTADO EM ENTREVISTA E SE VITIMIZA

Se ainda existia alguma dúvida sobre a orientação ideológica da grande mídia brasileira, a cada dia que passa é possível constatar que a esquedopatia tem tomado conta de alguns editoriais, ou melhor, a maioria deles.

Fácil constatação ao ler uma entrevista tendenciosa de um site cuiabano, realizada pelo seu jornalista ativista que tenta fazer GALLIFOBIA contra o deputado federal Victório Galli (PSC).

O jornalista quis jogar uma pergunta polêmica ao deputado e depois, logo em seguida, optou por se vitimizar diante da resposta inusitada e surpreendente. O jornalista (site) mostrou seu viés ideológico e anti-conservador. O entrevistador (sem perceber ou usando-se de má fé) ataca os valores cristãos como se estes valores tivessem saído da cabeça do parlamentar conservador.

Em trecho da entrevista (arapuca), o jornalista tenta atribuir a Galli a autoria de princípios que são criticados por movimentos LGBTS e recebe um cravada de direita. Segue:

O dito site cuiabano pergunta – “Mas o senhor não está tentando colocar uma doutrina que É SUA em outras pessoas?”

Victório Galli crava uma resposta meteórica: “Não é minha, é o cristianismo”.

A resposta do parlamentar demonstra claramente que o ativismo jornalístico ataca católicos e evangélicos sob a desculpa de criticar uma única pessoa e não o cristianismo. Querem reescrever a Bíblia forçosamente, atacam os preceitos de Jesus Cristo, mas dizem combater um deputado. Com essa estratégia, conquistam adeptos desatentos que estão cansados de “políticos”, como se a ideia fosse da cabeça de um sujeito e não um preceito bíblico.

Em linhas gerais, “ser de esquerda” atualmente é posar de defensor de “minorias”, ser declaradamente cristofóbico e defender majoritariamente pautas anti-cristãs disfarçadas de “justiça social” como, por exemplo: feminismo; ideologia de gênero; livre imigração; destruição da soberania nacional; demonização das polícias; desmilitarização das polícias; desarmamento civil dos cidadãos; transformação de assassinos e latrocidas em vítimas da sociedade; defesa do aborto; contra o poder de educar dos pais; ataques à família tradicional; ataques covardes ao cristianismo e aos cristãos.

Diante disso, inviabilizando qualquer oposição de pensamento a esses temas esquerdistas. Com todo esse ataque da esquerda, um cristão passa a ter medo ou vergonha de defender um político cristão ou uma ideia que está correta e no caminho de Deus.

Afinal, quem rotula os cristãos e conservadores de preconceituosos e intolerantes, na verdade são eles os verdadeiros preconceituosos e intolerantes. Pois, de fato, contra os cristãos, estão os militantes que querem acabar com qualquer pessoa que pensa diferente deles.

Para comprovar o viés de esquerda do jornalista, basta ler e verificar a quantidade de adjetivos para demonizar qualquer pessoa ligada a outras linhas de pensamento que não a sua. Além do uso de “estudos e pesquisas”, em muitos casos fraudulentos ou, em outros casos, sem o devido aprofundamento e conexão com os fatos debatidos. A tática da esquerda é rotular e xingar, pois assim elimina a possibilidade do debate de ideias atacando a reputação do debatedor.

Ao rotular um debatedor de sexista, preconceituoso e intolerante, de plano, as suas ideias nem serão validadas, pois o debatedor é transformado em um ser repulsivo e não terá credibilidade para defender suas posições, mesmo que o debatedor (no caso, o parlamentar) tenha 100% de razão sobre aquilo que defende.

O deputado federal Victório Galli afirmou que quem toca neste assunto [temas LGBTs] são jornalistas de esquerda, porém não costuma deixar de responder aos questionamentos que são feitos para ele. Ou seja, quem toca no assunto, quem defende o preconceito, a segregação e o conflito, pra desviar o foco de entrevista, são os próprios repórteres e não ele.

Evidentemente que, por maior a orientação ideológica do jornalista, muitas vezes é difícil ir contra a própria realidade ao apurar um fato. É fundamental “desesquerdizar” a matéria, desmascarar as canalhices ideológicas. Somente assim poderemos ter a certeza que vale a pena o bom combate.

Um dos pontos altos da entrevista foi o momento em que o Deputado perguntou ao jornalista se ele seria GAY. Obviamente e, ficou claro na matéria, que a pergunta não teve a intenção de escarnecer ou humilhar, mas para mostrar que o parlamentar nada tem contra a opção sexual das pessoas. E, fica reflexão sobre a revolta do jornalista:

“Se os LGBTs tem orgulho de serem gays, porque o melindre?”

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