Iraque quer expulsar soldados americanos

Iraque quer expulsar soldados americanos

A primeira consequência da morte do general iraniano Qassim Suleimani, que ocorreu na madrugada de sexta-feira em Bagdá, saiu do Iraque. O parlamento aprovou, ontem, a autorização para saída das forças militares americanas do país. Suleimani, um dos mais poderosos líderes do país vizinho, foi alvo de um míssil americano em um ataque em território iraquiano sem que o governo local fosse sequer avisado. A decisão, agora, cabe ao premiê Adel Abdul Mahdi. “O que aconteceu foi um assassinato político”, afirmou o chefe de Estado.

Os EUA acusam o general de ser responsável por vários ataques a soldados americanos ao longo dos anos. Antes da decisão do parlamento iraquiano, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, rejeitou a ideia de retirada.

Pois… O Irã anunciou que não vai mais cumprir o acordo nuclear se os EUA não retirarem as sanções impostas ao país. As medidas foram impostas no ano passado, por atribuir aos iranianos o ataque à instalação de petróleo na Arábia Saudita.

As Convenções de Genebra e de Haia proíbem terminantemente a escolha de alvos de relevância cultural e, no país, há sítios arqueológicos que remontam ao Império Persa e até bem antes do surgimento das civilizações. Seria um crime de guerra.

Redação com Meio

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