Homenagens marcaram a despedida do comandante Renato de Oliveira Souza

Homenagens marcaram a despedida do comandante Renato de Oliveira Souza

Renato de Oliveira Souza, de 55 anos, faleceu após sofrer falta de ar súbita, na segunda-feira (26). Nesta quinta (29), colegas se reuniram em Brasília no mesmo horário em que corpo era velado no Rio de Janeiro.

Homenagem a piloto: Comissão do Pantanal aprovou homenagem a Renato de Oliveira Souza, da Polícia Civil do DF, que morreu na terça-feira (27) em consequência de queda, no dia 8, do helicóptero que pilotava em combate ao fogo no bioma.

Entre as várias homenagens Policiais do DF realizaram uma despedida às 13h30, no mesmo horário em que amigos e parentes do comandante se reuniam para o velório no Cemitério do Caju, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

A homenagem contou com equipes da DOA, da Divisão de Operações Especiais, da Força Nacional, , além de policias federais e bombeiros. O grupo fez orações e discursos.

“Ele era uma referência para nós. Ele levava o lema de não deixar ninguém para trás”, disse Felipe Maciel, diretor da Divisão de Operações Aéreas (DOA) da Polícia Civil do DF. Renato foi instrutor de tiro dele, no início da carreira, na década de 1990.

Em Brasília, helicópteros da polícia e dos bombeiros jogaram pétalas de rosas ao redor do Complexo da Policia Civil. Carros oficiais foram enfileirados e ligaram sirenes e luzes para saudar o colega.

“Ele sempre foi muito honroso nas missões. É uma grande perda. Hoje, nós sentimos que perdemos uma parte da Polícia Civil”, disse o diretor-geral.

Em nota, o Ministério da Justiça lamentou “com profundo pesar” a morte do policial e agradeceu pelo “profissionalismo e dedicação pelo país”.

O Sindicato da Policia Civil do DF informou que “lamenta a partida do colega, sobretudo depois de atuar em uma missão tão nobre e importante. Aos familiares, parentes e amigos, o sindicato manifesta condolências”, disse por meio de nota.

O comandante da aeronave havia recebido alta médica na quarta-feira (21) para continuar o tratamento em casa, no Rio de Janeiro. No entanto, ele faleceu na madrugada de segunda-feira (26), após complicações no quadro clínico.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso, o piloto teve um “quadro de falta de ar súbito, foi socorrido por uma ambulância, mas não resistiu”. De acordo com a família de Renato, há suspeita de tromboembolismo pulmonar, que é o bloqueio de artérias por coágulo sanguíneo.

“Renato agora está voando mais alto, que voe para sempre”, disse uma sobrinha.

Redação

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