GENOCÍDIO BÁRBARO: NA ISLÂNDIA 100% DOS BEBÊS DIAGNOSTICADOS COM SÍNDROME DE DOWN SÃO VÍTIMAS DE ABORTO

GENOCÍDIO BÁRBARO: NA ISLÂNDIA 100% DOS BEBÊS DIAGNOSTICADOS COM SÍNDROME DE DOWN SÃO VÍTIMAS DE ABORTO

Na Islândia o assassinato de quase todos os bebês por nascer que tiveram um diagnóstico in-utero da síndrome de Down parece ser motivo de orgulho.

O que parece ser um avanço médico, na melhor das hipóteses poder ser considerado, eugenia (a seleção dos melhores indivíduos para continuarem a raça humana) ou barbarismo.

Porque os portadores da síndrome de Down, não têm menos valor do que qualquer outra pessoa.Muitos veículos de imprensa nacionais progressistas, na sua maioria, enalteceram as “políticas de saúde” da Islândia.

A Islândia, praticamente, erradicou a Síndrome de Down em seu território. Sim, a esquerda enalteceu a eugenia, o aborto e o genocídio.

Muitos brasileiros compraram a matéria como positiva. Mas a verdade é que substituíram o termo genocídio por “políticas de saúde”.

A Islândia não erradicou a síndrome de down, erradicou seres humanos com síndrome de down.

Um por ano. Talvez dois. Essa é a taxa de nascimento de pessoas com síndrome de Down na Islândia. Mas o que o país está fazendo não é a erradicação da síndrome de Down, e sim a erradicação das pessoas com síndrome de Down: 100% dos bebês diagnosticados com a condição ainda no útero são abortados no país. Os poucos sortudos que continuam nascendo não tiveram a condição detectada no exame pré-natal.

O país escandinavo, de apenas 330 mil habitantes, é o primeiro a levar ao limite uma tendência que já se verifica em outros países. Na Dinamarca, o aborto vitima 98% dos bebês diagnosticados com síndrome de Down. No Reino Unido, a porcentagem chega a 90%. Na França são 77% e nos Estados Unidos 67%.

Na Islândia, a lei permite que o bebê seja abortado mesmo depois de 16 semanas de gestação, em casos de deformidade do feto, o que, segundo a compreensão da lei islandesa, inclui a síndrome de Down, mesmo diante do fato de que a condição permite que seus portadores vivam normalmente, com uma expectativa de vida média de 60 anos, na grande maioria das vezes.

Os exames pré-natais que detectam más-formações e outras características do feto não são obrigatórios na Islândia, mas por volta de 80% a 85% das gestantes optam por realizá-los.

No Hospital Universitário de Landspitali, onde nascem cerca de 70% dos bebês islandeses, Helga Sol Olafsdottir é a funcionária responsável por aconselhara as gestantes que detectaram alguma anomalia cromossômica em seus bebês. “Esta é a sua vida – você tem o direito de escolher como quer que ela seja”, é o que ela diz às mulheres.

 “Não vemos o aborto como assassinato”

As mães que optam pelo aborto tratam o fato com uma estranha normalidade. Chamam o bebê de “meu filho” e, depois do procedimento, fazem uma visita ao corpo do bebê, lhe dizem adeus e chamam pastores para uma pequena cerimônia religiosa. É comum fazer cartõezinhos com o nome do bebê, uma oração e a impressão dos seus pezinhos.

Agnes Sigurðardóttir bispa da Islândia e líder da Igreja Evangélica Luterana da Islândia, diz que a sua igreja não é nem a favor nem contra o aborto. “Na Islândia existe apenas um pequeno grupo de pessoas que são contra o aborto. Bem pequeno bem invisível”.

Thordis Ingadottir é ativista pelo direito das pessoas com síndrome de Down desde 2009, quando a sua filha Agusta nasceu com a condição. Na época, os exames mostraram que o seu bebê tinha 1 em 1,6 mil chances de ter a síndrome.

“Espero que, quando crescer, Agusta esteja plenamente integrada a esta sociedade com as suas próprias condições. Este é o meu sonho”, disse Ingadottir à rede CBS. “Em que tipo de sociedade você quer viver?”

 

Redação com informações da CBS.

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