GALLI QUER COMPROVANTE DE VOTO IMPRESSO EM 2018

GALLI QUER COMPROVANTE DE VOTO IMPRESSO EM 2018

 

A implantação do comprovante de voto impresso determinada por lei, com a aprovação da PEC de autoria do Deputado Jair Bolsonaro, pode ser adiada e o Brasil corre risco, denunciam lideranças da Direita no Brasil.

No novo processo eletrônico de votação, a urna imprimirá o registro de cada voto, que será depositado, de forma automática e sem contato manual do eleitor, em local previamente lacrado.

O processo de votação não será concluído até que o eleitor confirme a correspondência entre o teor de seu voto e o registro impresso e exibido pela urna eletrônica.

Em outras palavras, você não receberá um papel com o seu voto, até porque isso poderia incentivar a compra de votos. Em vez disso, o comprovante será impresso pela urna eletrônica e poderá ser conferido visualmente por você; se os votos estiverem certos, confirme a operação, e o papel será depositado automaticamente.

O deputado federal Victório Galli (PSC-MT), alertou os brasileiros para que se manifestem de varias formas a fim de exigir a implantação do novo sistema e o cumprimento da LEI.

Segundo Galli, “sem isso, poderemos estar diante do maior golpe já praticado contra o Brasil. Não podemos deixar passar em branco nossos direitos como cidadãos e eleitores. Temos que ficar de olho”.

As eleições com a utilização de urnas eletrônicas na Venezuela, a mesma empresa que coordena a votação no Brasil, sofrem investigação por suspeita de fraude. Inclusive, a Constituinte que trouxe poderes ditatoriais para o presidente comunista Nicolás Maduro não escapa da investigação.

No Brasil, o voto impresso sofre grande resistência por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e setores da esquerda.

O ministro Tarcísio Vieira disse que o voto impresso não melhora a segurança, aumenta o tempo de votação e cria o risco de mau funcionamento das impressoras. O presidente do TSE, Gilmar Mendes, discute com a Câmara dos Deputados uma forma de tentar adiar ou barrar as novas urnas.

Além disso, alegam que a impressão do voto nas urnas eletrônicas em todo o País deverá custar R$ 2,5 bilhões aos cofres públicos nos próximos dez anos, segundo projeção do TSE.

O novo modelo de urna custa US$ 800 (cerca de R$ 2.520), ante US$ 600 (R$ 1.890) do modelo atual, e o TSE estima que 35 mil unidades – de um total de 600 mil – deverão ser utilizadas já em 2018.

Quanto mais transparência no processo eleitoral, mais a democracia ganha. E os eleitores brasileiros querem o voto impresso por uma razão muito simples: desconfiam do processo eleitoral das urnas eletrônicas.

“O povo brasileiro ficou em dúvidas pela falta de informações detalhadas do ultimo pleito presidencial e assim o sistema eleitoral precisa ser absolutamente confiável. A lei tem que ser cumprida, afinal foi aprovado para isso”, finalizou Victorio Galli.

 

por Marcelo Duarte

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