GALLI DESMENTE FAKENEWS CUIABANO, NA LATA

GALLI DESMENTE FAKENEWS CUIABANO, NA LATA

Um dos principais sites de notícias da capital mato-grossense veiculou uma matéria sobre a da votação da denúncia contra Michel Temer (PMDB), ocorrida na Câmara Federal nessa última quarta-feira (25).

Um ataque gratuito e falso foi direcionado ao único parlamentar conservador  e de direita do Estado de Mato Grosso. Vamos aos detalhes: o site “fake News” publicou matéria e postagem nas mídias sociais uma frase falsa e a fato do parlamentar Victório Galli (PSC).

Segue a manchete falsa:

“Santa emenda. Evangélicos: Deus ‘mandou’ votar no Temer”. (logo abaixo deste título aparece a foto de Victório Galli). Ocorre que o parlamentar nunca disse a tal frase. A matéria é claramente tendenciosa, um ato de ativismo ideológico e de descompromisso com a verdade.

Seguindo a linha da Rede Globo, UOL, entre tantos outros Fake News, a mídia de esquerda parece não ter mais vergonha de revelar-se e aplicar rótulos, subverter informações, defender ideologia de gênero e tantas outras agendas anti-cristãs.

O deputado comentou a matéria diretamente na página do site no facebook. Galli é conhecido por ser aguerrido e nunca fugir do debate. O parlamentar chamou de FAKENEWS e que colocaram a foto dele em uma frase que ele não disse.

O que foi dito no plenário por federal Victório Galli foi:

“Pela estabilidade da nossa economia, por mais emprego para nosso país e contra a Globolixo, que está destruindo nossas famílias, nossas crianças. Se o PT vai para a esquerda, eu vou para a direita. Meu voto é sim”. [Conforme vídeo]

Muita confusão é feita a respeito dos posicionamentos daqueles que votaram contra o afastamento por 180 dias do Presidente Michel Temer, como se todos fossem a favor das atitudes do Presidente ou do acobertamento de crimes.

Na verdade o que percebemos é que os votos favoráveis ao arquivamento momentâneo desta destas denúncias se dão em razão do momento de crise e uma provável retomado do poder por grupos de esquerda e extrema-esquerda. Galli já havia denunciado em agosto uma articulação do PSB, PC do B, PSOL, REDE e PT para comporem uma chapa com Rodrigo Maia e assumirem o comando do país até as eleições de 2018. Para Galli, nem o voto impresso, nem a garantia de uma eleição livre de fraudes estaria garantida com a volta deste grupo ao poder. Para Galli, o único capaz de frear os planos do PT até as eleições é Michel Temer. Galli reforçou ainda que a lambança instalada no país foi causada por aqueles que estão pedindo o Fora Temer, e que a limpeza da sujeira ficou a cargo daqueles que não apoiaram o PT e nem Temer em 2014.

Com a votação do último dia 25/10, o processo contra Michel Temer fica em estado de suspensão e os indícios colhidos durante esse período podem ser utilizados em outras investigações. Quando deixar o Palácio do Planalto, a denúncia oferecida pela PGR (Procuradoria-Geral de República) deve passar pelo aval de um juiz de 1ª instância. Isso porque ele perderá o chamado “foro privilegiado”.

Analistas Políticos

Segundo os analistas políticos Manoel Carlos e Luciano Ayan, as razões para não aceitar as denúncias neste momento são:

Por Manoel Carlos: “Defendi, em análise, a permanência de Temer. Não poderia me furtar em me opor ao afastamento por 180 dias do Presidente, tanto na primeira, quanto na segunda votação.

Tive a honra, inclusive, de ter parte dessa análise publicada por Rodrigo Constantino em seu brilhante artigo de repercussão nacional: ‘Temer fica e agora é hora das reformas’.

Defender a continuidade das investigações após janeiro de 2019 não quer dizer ser complacente com o Senhor Michel. Preferimos que Temer seja investigado por Moro ou por Barroso e Cia [STF]?

Quem preferir entregar Temer nas mãos do STF; jogar o jogo do PT, Rede Globo, JBS, PÇOL, PC DO B, a decisão é pessoal e intransferível, porém de uma ingenuidade absurda.

E, lembrando, o “Fora” Temer nunca foi por questão de caráter, moralidade ou por envolvimento em qualquer ilícito, mas por ele [Temer] não mais estar ao lado do partidão.

Quem deseja entregar Temer para Moro, quer justiça. Quem deseja entregar Temer ao STF, quer poder”. [Análise feita pelo analista político Manoel Carlos]

Por Luciano Ayan: “Eu não aceito chantagem emocional. Fui contra o afastamento de Temer nas duas votações, pois:

(1) Sou contra uso de critérios mais acelerados para julgar adversários do PT

(2) Sou contra tomar como base denúncias repletas de irregularidades

(3) Prefiro, como lembrou o Feliciano hoje, que Moro julgue Temer em 1º de janeiro de 2019, pois não confio no STF.

(4) Não estou aqui para servir aos desejos inescrupulosos de Janot, PT, PSOL, Globo, Rede e Joesley”. [Análise feita pelo analista e estudioso em política Luciano Ayan]

 

Redação

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2 Comentários

  1. Bene
    outubro 27, 00:21 Responder

    A matéria do Mídia News, apesar do título, não disse que foi Galli que falou “Que Deus mandou votar no Temer”, mas foi essa a orientação passada para bancada evangélica
    O presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado Hidekazu Takayama (PSC-PR), deu a senha aos demais integrantes da bancada: segundo ele, “foi Deus quem mandou” e Galli seguiu a ordem, sua fala foi tão ruim quanto: “Pela estabilidade da nossa economia, por mais emprego para nosso país e contra a Globolixo, que está destruindo nossas famílias, nossas crianças… Se o PT vai para a esquerda, eu vou para a direita. Meu voto é sim”.

    Então onde está o “fake news”, se a notícia é verdadeira?

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