EFEITO PROS PODE SE REPETIR NO PSL EM 2020

EFEITO PROS PODE SE REPETIR NO PSL EM 2020

O Pros (Partido Republicano da Ordem Social), está sendo investigado por superfaturamento. Parte do dinheiro desviado teria vindo do fundo de campanha.  A direção nacional teria realizado superfaturamento e lavagem de dinheiro.

Por mau uso de fundo eleitoral, ex-candidatos do Pros denunciaram que o partido lançou nas prestações de contas de campanhas dinheiro que eles nunca receberam.

Em Mato Grosso a sigla aportou quase R$ 1 milhão para candidatos nas eleições de 2018. o valor cerca de R$791 mil no total.

Oito candidatos entre deputados federais e estaduais receberam o valor de R$791 mil no total. No entanto não existe indícios de irregularidades nestes repasses.

Os candidatos a deputado federal receberam os seguintes valores da direção nacional:

  1.  Adauton César de Almeida- R$ 232.500, e obteve 4.427 votos.
  2. Joquebedy Mourão- R$ 137.500, e obteve 2.589 votos.
  3. Rafael Ranalli, – R$ 142.395,50 obteve 33.523 votos.
  4. Gisela Simona- R$ 125.000 e obteve 50.682 votos

Os candidatos a Deputado estadual:

  1. Claudenir Coelho Marçal -R$ 60.000. Ela obteve 372 votos.
  2. Guarda Stefany Anjos – R$ 41.835. e obteve 1.809 votos.
  3. Diany Dias, a quantia de R$ 32.500. e recebeu 1.465 votos.
  4. Coronel Hector- R$ 20.000 e obteve 1.015 votos.

O PROS elegeu apenas um deputado estadual em MT, e por coincidência não recebeu dinheiro do diretório nacional, o deputado João Batista

A situação enfrentada pelo PROS, serve de alerta a outras siglas um exemplo disso é o PSL, ex- partido do presidente da República que deixou a legenda e está formando o Aliança pelo Brasil, e segundo consta não deverá utilizar fundo eleitoral quando for homologado.

Sendo assim o efeito de agora para os que querem ficar no PSL fora do aval de Bolsonaro, somente para garantir os recursos do fundo, podem sofrer as mesmas consequências.

Por exemplo os candidatos do PROS que saíram na última hora do PSL em 2018, receberam recursos e mesmo assim tiveram um revés nas urnas. Comparados aos candidatos do PSL; na época com o apoio de Bolsonaro e que receberam poucos recursos do diretório nacional do partido.

Lembrando que o candidato mais votado a federal em Mato Grosso na época saiu do PSL. Além disso o partido elegeu 2 estaduais; que entre tantos candidatos receberam apenas R$ 6 mil da direção nacional do partido.

E no pleito de 2020, que se aproxima alguém ainda apostaria em ficar no PSL, mesmo contra a vontade e apoio de Jair Bolsonaro. O resultado pode ser o mesmo dos candidatos do Pros em 2018.

Redação

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