É PERDA DE TEMPO| Vereador do interior de MT não aceita fiscalizar denúncias contra prefeito

É PERDA DE TEMPO| Vereador do interior de MT não aceita fiscalizar denúncias contra prefeito

Professor Semy (MDB) se manifestou durante transmissão em rede social dizendo que era uma denúncia infundada

Por: Guilherme Silveira/Marreta Urgente

Semy Mendes de Freitas, o professor Semy, vereador de Pedra Preta através do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), acabou se manifestando de forma negativa nesta segunda-feira (06), durante uma live para o site Marreta Urgente, dizendo que a Câmara Municipal de Vereadores está denegrindo a imagem do prefeito Juvenal Pereira Brito, o Ná (MDB), ao realizar mais uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) contra o atual gestor do município com denúncia infundada. Cada vereador de Pedra Preta recebe cerca de oito mil reais por mês para representar a população.

Semy se perdeu ao tentar defender Ná, dizendo que o voto é soberano e que cada vereador sabe o que faz, devendo votar de acordo com sua consciência. Tentando isentar a câmara de vereadores da obrigação constitucional de fiscalização do município.

A sessão foi realizada depois do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), executar uma operação no município no dia 20 de junho e dois ex-secretários do município, Hernane Carneiro Gomes, secretário de Administração e Waldemar Chaves de Freitas, secretário de Finanças, já afastados das funções por decisão judicial e com bens declarados indisponíveis no dia 2 do mesmo mês.

Os gestores estariam envolvidos em supostas práticas ilegais com despesas indevidas na realização de obras públicas e são acusados de promoverem danos ao erário na ordem de R$ 64 mil.

Os dois ex-secretários também teriam constrangido testemunhas que prestaram depoimentos na Promotoria de Justiça e na Controladoria, além de ocultar e sonegar documentos que deveriam ser entregues.

De acordo com o Ministério Público, os dois gestores já respondem a ação civil pública por ato de improbidade administrativa por terem fraudado contratos públicos, licitação e contrato para terraplanagem.

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