DEPUTADO CRITICA MINISTRO BARROSO E APRESENTA PROJETO PARA CRIMINALIZAR O USO DE DROGAS

DEPUTADO CRITICA MINISTRO BARROSO E APRESENTA PROJETO PARA CRIMINALIZAR O USO DE DROGAS

Um projeto de lei entrará em rota de colisão contra o pensamento disseminado pela esquerda brasileira. O projeto de autoria do Deputado Federal Victório Galli (PSC-MT), prevê a criminalização de quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas ilícitas. Em resumo, o projeto prevê punição para o usuário de drogas.

Segundo o deputado, “É lamentável, nós que defendemos a família, termos que engolir calados tal agressão ao seio da sociedade, seus valores, os bons costumes. A esquerda quer fazer crer que o errado é normal, mas não iremos admitir essa inversão de valores. Precisamos ter pulsos firmes para peitar e barrar a indústria das drogas no Brasil. Temos dois problemas, incialmente: (1) nossas fronteiras abertas; e (2) dentro do território nacional vivenciamos a complacência com o consumo de drogas. Então o resultado disso é a degradação da sociedade. É descabido, um ministro da suprema corte brasileira dar entrevista na mídia nacional com uma postura claramente de esquerda e fazendo apologia ao consumo e legalização de drogas”, destacou Galli.

Estudos e pesquisas apontam que o uso de crack, pasta base, entre outras drogas são consumidas por pessoas que, inicialmente, tiveram acesso às drogas mais leves como a maconha, por exemplo.

A droga tem matado milhares de jovens pelo Brasil, destruindo famílias, segregando pais, e ainda mais, sobrecarregando o sistema único de saúde. O discurso de legalização das drogas não tem surtido efeito nem mesmo em outros países como Holanda e Uruguai cujos dados estatísticos mostram que não diminuiu o consumo e nem o tráfico.

As alegações e argumentos dos defensores da legalização, assim como a fala do Ministro, são frágeis, acusou o deputado. “Justificam sob a ótica de diminuir e aliviar a crise do sistema penitenciário, quando temos que dar, na verdade, são condições para o trabalhador e pessoas de bem saírem de suas casas para o trabalho e para a escola em segurança e retornarem em segurança. Quem não pode ficar preso é o cidadão de bem, preso em sua própria casa, essa é a ‘penitenciária’ que não pode existir”, cravou.

O projeto de lei prevê pena de detenção de 6 (meses) a 1 (um) ano e vem na contramão dos que querem legalizar o uso de drogas para consumo pessoal. O parlamentar de MT faz um enfrentamento direto contra a esquerda brasileira e esse projeto promete tremer as comissões no Congresso Nacional.

Galli afirma que tem visitado casas terapêuticas e buscado formas de contribuir com novos investimentos na área de Saúde e recuperação de vidas. Por outro lado, a lei busca um freio no consumo de drogas. Com a despenalização do usuário, implantada durante da gestão do PT, o consumo tem ocorrido de forma desenfreada, como forma de provação e ao ar livre, em praças e locais públicos, onde famílias e crianças são obrigadas a conviver com a prática delituosa.

Aqueles que defendem a liberação do usuário, assim o fazem alegando problema do sistema carcerário no Brasil de superlotação. Galli, no entanto rebate e diz que é um problema antigo sobre as precariedades nas instalações do sistema penitenciário, e reconhece a dificuldade das penitenciarias brasileiras em oferecer instalações físicas que deem dignidade ao preso. Por outro lado, há regras de convivência em sociedade, ordens e leis que devem ser cumpridas por todos. “E, para quem não conseguir conviver em sociedade, não resta outra saída senão o encarceramento”, disse. O parlamentar lembra que àquele que desejar ajuda, deve procurar familiares e casas terapêuticas filantrópicas ou particulares para tratamento, há alternativa de tratamento, a prisão não é a primeira via.

Mesmo sabendo da intenção da legalização do uso de drogas por parte de setores da sociedade, deste parlamento e de parte do judiciário brasileiro, ele se coloca como um arauto da família brasileira para aprovar esta proposição que, ao seu ver, irá contribuir com ordem para o convívio social.

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado analisa o projeto que, após receber parecer favorável, será encaminhada ao plenário.

 

Marcelo Duarte

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