ARTIGO:  EM QUE MUNDO VIVE O GOVERNADOR TAQUES?

ARTIGO: EM QUE MUNDO VIVE O GOVERNADOR TAQUES?

Quando pensamos em democracia e política, o relacionamento com o cidadão é peça-chave. Quando avaliamos um mandato, o governante tem única e exclusivamente como termômetro, os anseios da população. Quando estamos em um processo eleitoral ou numa pré-campanha, o que os políticos mais se apegam é em pesquisas de opinião, quali e quantitativas. A partir desses dados, seguem um determinado rumo ou outro. Basicamente, a regra do jogo funciona assim em democracias, já que os únicos servidores públicos que precisam ser testados nas urnas, são os políticos. E, sem votos, não permanecem no comando do barco.

No período de campanha, um dos pontos importantes para uma reeleição, porém não decisiva, é justamente a percepção da população quanto àquilo que foi devidamente realizado pelos comandantes e, com isso, avaliar os índices de aprovação e rejeição. Não há como saber disso sem ouvir a população.

Uma pesquisa do Instituto Reuters de Estudos do Jornalismo, aponta que 70% dos brasileiros com acesso à internet priorizam o consumo de notícias pelas redes sociais. Por isso, o que é publicado pode ser o divisor de águas para uma avaliação negativa ou positiva da gestão. Ou até para definição de mudanças de rumos. Basta saber filtrar as informações coletadas, jamais desprezar.

Recentemente, a emissora Globo tentou, sem sucesso, incutir na mente da população [mais uma das manipulações] um estudo sobre “Fake News”. Resumindo a ópera, tudo que lermos ou ouvirmos que não tenha sido produzido pela gigante emissora global, pode ser considerado “Fake News”. Mas sabemos que isso não é verdade. Há notícias falsas sendo veiculadas até pela emissora global, distorções e interesses ideológicos sempre fizeram parte da programação da Globo. Não é à toa que criou um “Apelido Carinhoso” para a emissora: Globo Lixo.

Considerando isso, temos que avaliar tudo que recebemos de informações, e isso deve ser uma máxima para a população e também para os políticos. A maioria esmagadora dos políticos brasileiros e da imprensa, com raras exceções, atacou Donald Trump e jamais cogitou a possibilidade de sua vitória nos EUA. A avaliação foi feita seguindo meia dúzia de jornais de renome mundial e muita contaminação ideológica. E, as análises corretas sobre Trump, saíram das mídias sociais, com diversos analistas políticos, sem ligação ideológica com a grande imprensa, divulgando a perspectiva de vitória de Trump. O analista e estudioso Filipe G. Martins, aluno de Olavo de Carvalho e articulista do site “senso incomum”, simplesmente acertou a vitória de Trump e incrivelmente acertou os Estados americanos onde o republicano venceria. E, essa análise não foi “Fake News” e surgiu pelas mídias sociais.

O Governador Taques anda lendo muito UOL e assistindo muito “Fantástico”. Pois para ele, o que vem das mídias, não merece atenção. O governador Pedro Taques (PSDB), candidato à reeleição aproveitou a solenidade de filiação do deputado Leonardo Albuquerque e do jornalista Kleber Lima ao Solidariedade, para rufar o cacete no lombo dos críticos de seu governo. Críticas essas que chegam, obviamente, pelas mídias sociais, WhatsApp ou Facebook. Publicado pelo jornalista Edesio Adorno do site “A Bronca Popular”

Veja o que pensa o Governador:

“Não adianta o cidadão ficar só como revoltado de grupo de Whatsapp, revoltado de boteco na sexta-feira, “palpitadores” gerais da República. Precisamos de pessoas que tenham militância e queiram participar”.
(…)
“Estamos de saco cheio de candidatos miss simpatia, que ficam de risadinhas. Não adianta criticar. Podem criticar a vontade. Nós estamos construindo um novo futuro para este Estado”
(…)
“Estou com fome de trabalho”
(…)
“Só Deus e o povo de Mato Grosso tiram a administração do nosso grupo político”.

Os “palpiteiros” também fazem parte do povo. E a voz do povo é a voz de Deus. Não é, Governador?
Ou as mensagens lidas e recebidas de bom grado são somente as “rasgações” de seda?
Não queremos o “quanto pior, melhor”! Queremos um Mato Grosso melhor, pujante e próspero para todos, “para os chatos e, também para os mais legais”.

Nosso site tem diversas publicações positivas sobre as ações do Governo de Mato Grosso, mas também há críticas.

Nossa divergência é, basicamente, que a solução para os problemas do Mato Grosso não está em blitz arrecadatórias, aumento de impostos e nem criação de reservas ecológicas de cunho ideológico!

Mas em diminuir impostos, diminuir a mão pesada do governo e fortalecer quem mais ajuda o Mato Grosso! O agronegócio, o setor produtivo e o setor de serviços, que sempre foi massacrado com altos impostos e burocracia.

 

Marcelo Duarte

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