A BOMBA NA DELAÇÃO DE PALOCCI CONTRA OS BANCOS

A BOMBA NA DELAÇÃO DE PALOCCI CONTRA OS BANCOS

Trechos da delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci, obtidos pelos jornalistas Aguirre Talento e Bela Megale, revelam que, ao todo, os principais bancos do país fizeram doações que somaram R$ 50 milhões às campanhas do PT. Em troca, informou Palocci em seu acordo feito com a Polícia Federal e já homologado pela Justiça, durante os governos Lula e Dilma, os bancos receberam informações privilegiadas que incluíram antecipação de mudanças na taxa básica de juros, a Selic — quem informava aos bancos era ele próprio e, depois, seu sucessor Guido Mantega.

Entre os que eram informados, Palocci lista Bradesco e BTG Pactual. Segundo o ex-ministro, as vantagens indevidas pagas pelo suborno foram de toda sorte. A pedido de Lula, por exemplo, o BNDES fez uma injeção atípica de R$ 2,4 bilhões na Aracruz Celulose, beneficiando o grupo Safra, para viabilizar a compra da empresa pelo Votorantim por R$ 2,7 bi. O Itaú Unibanco, de sua parte, doou à campanha Dilma 2010 como recompensa pela aprovação, por parte do Cade, da fusão entre as duas casas bancárias. E ele próprio, Palocci, recebeu propina de R$ 100 mil da Parmalat em troca de liberar aportes do Banco do Brasil para a empresa de laticínios.

Enquanto isso… O pedido dos advogados de Lula para afastar os desembargadores João Pedro Gebran Neto e Thompson Flores do processo sobre o sítio de Atibaia foi negado pelo TRF-4. Argumentavam que os juízes eram parciais.

E… O juiz Luiz Antonio Bonat, substituto de Sergio Moro em Curitiba, tornou réus o ex-senador Romero Jucá e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Os emedebistas são acusados de corrupção passiva e lavagem de dinheiro pela operação Lava Jato.

Redação com Meio

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