PASTOR ACUSADO DE ESTUPRO, FALA EM ARMAÇÃO E PERSEGUIÇÃO DA IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS (VÍDEO)

PASTOR ACUSADO DE ESTUPRO, FALA EM ARMAÇÃO E PERSEGUIÇÃO DA IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS (VÍDEO)

Um dos pastores mais influentes e conhecidos de Mato Grosso, Paulo Roberto Alves, de 52 anos, foi preso na madrugada desta quinta-feira (13), sob a acusação de ter abusado sexualmente de duas menores, uma de 11 e 15 anos, respectivamente, em Cuiabá.

Segundo informações das vítimas ao Conselho Tutelar da Capital, não houve penetração, só sexo oral.

Ele alegou que a prisão dele é uma armação da igreja Assembleia de Deus, aonde fica localizado o Grande Templo, local aonde ele já atuou.

Assista ao vídeo:https://youtu.be/xLP_QUIZlcY

Paulo Roberto só alegou perseguição da igreja e se diz inocente da acusação.

O CASO

O Pastor foi flagrado por uma guarnição da Polícia Militar deixando duas adolescentes em uma rua próximo à Avenida das Torres, na Capital.

De acordo com o boletim de ocorrência, narrado pelos policiais, um veículo, seria uma Hilux, estaria deixando duas garotas próximo de um matagal.

Desconfiados, os PMs pediram para o condutor parar o veículo, mas ele não obedeceu e fugiu do local.

O mesmo condutor registrou um boletim de ocorrência de que a sua caminhonete havia sido roubada.

Os mesmos policiais que tentaram abordar o condutor entraram em contato com o Ciosp para tentar descobrir quem seria o proprietário da Hilux.

Mais tarde, os PMS conseguiram prender o Pastor em sua residência.

As meninas acabaram relevando depois à polícia que foram abusadas pelo Pastor e que cada uma teria recebido em torno de R$ 200 cada pelo ‘programa’.

Paulo Roberto também já se aventurou na política. Em 2012, ele foi candidato a vice-prefeito de Cuiabá na chapa com Carlos Brito.

A RESPOSTA DA IGREJA

A Igreja Assembleia de Deus, através do vice-presidente da Convenção dos Ministérios da Assembleia de Deus do Estado de Mato Grosso, Rubens Ciro, disse que o Pastor Paulo Roberto atuou no Grande Templo por 10 anos.

Há cinco anos, Paulo Roberto foi desligado por desacordo com o regimento interno ao não obedecer os seus superiores e por prática de assédio. Rubens Ciro também negou que a Assembleia de Deus faça perseguição e disse estar muito triste com o episódio.

 

 

Fonte:  Mato Grosso Mais com Redação

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