E-MAILS SECRETOS DE DILMA REVELAM CRIMES CONTRA A HUMANIDADE

E-MAILS SECRETOS DE DILMA REVELAM CRIMES CONTRA A HUMANIDADE

A ex-­presidente Dilma Rousseff (PT), que sempre foi considerada o cérebro das ações terroristas da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) que foi responsável pelo atentado a bomba contra o Quartel General do II Exército, no bairro de Ibirapuera, em São Paulo, no dia 26 de junho de 1968. Segundo informações ela Estava no Fusca, no outro carro, ao lado do Quartel e ficou no Esconderijo da VAR-Palmares.

Nesta semana foi citada em um depoimento de Monica Moura que criou um e-mail com o nome de “Iolanda” para trocar mensagens de forma secreta com o marqueteiro João Santana e a empresaria e a ex- presidente

A delatora contou que, no fim de 2014, Dilma disse que elas precisavam criar um canal para se comunicarem E que o e-mail usado por ela e Dilma era iolanda2606@gmail.com.

Agora um fato curioso neste endereço de e-mail, os números 2606 representam a data do atentado Terrorista do bando de Dilma que matou o soldado Mário Kozel Filho e o nome Iolanda é a esposa de Costa e Silva.

Mário Kozel Filho foi um soldado do Exército Brasileiro morto no ataque praticado pela Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) ao Quartel General do II Exército, O grupo de Dilma, lançou  um carro-bomba, sem motorista, contra o Quartel. O corpo de Mário Kozel Filho foi despedaçado e saíram feridos gravemente outros seis militares.

Iolanda Gibson Barbosa da Costa e Silva foi a esposa do ex-presidente do Brasil Artur da Costa e Silva e a primeira-dama do país de 1967 a 1969.

Maria da Conceição Krause, psiquiatra clínica e médica legista do serviço de psiquiatria forense da Policia Civil do Distrito Federal explica que, após roubar ou matar alguém, alguns indivíduos de fato não mostram qualquer ansiedade, depressão, culpa ou remorso pelo crime. “Eles podem sair do local sem apresentar nenhum constrangimento causado por ansiedade. Portam-se como alguém que realizou um serviço e veem o outro como presa emocional, física ou econômica”, detalha a especialista.

Quase cinquenta anos depois, percebemos que a ex-presidente, ex-terrorista e ex-qualquer coisa que possa existir, nunca demostrou qualquer arrependimento em articular e mentorear atos terroristas, que ceifaram a vida de muitas pessoas. Pelo contrário em sua consciência parece lembrar as atividades como um prêmio de vitória.

Em alguns casos a psiquiatria explica, em outros somente a história poderá explicar tamanha insensibilidade.

 

Marcelo Duarte

 

 

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